
Face ao Comunicado do PS, a propósito da reorganização do Mapa Judiciário, publicado no Jornal A Verdade, na sua edição Nº 724, do dia 22 de junho de 2012, a Câmara Muncipal reage às palavras de Artur Melo e Castro.

A proposta de reforma do mapa judiciário vai introduzir alterações profundas no relacionamento dos cidadãos com a Justiça, devido ao encerramento previsto de vários tribunais e na deslocação dos serviços prestados para concelhos mais distantes e para os quais, muitas vezes, a oferta de transportes públicos é escassa ou reduzida.
Morreu há pouco tempo uma senhora com 98 anos de idade. Esteve muito tempo num quase estado de coma, não falando, não ouvindo, e sendo alimentada por sonda.

Há uns anos para cá ressurgiu o costume de usar nas casas e nas igrejas a Coroa do Advento.
Os cuidados de enfermagem têm sido, na saúde e na doença, considerados os mais relevantes e imprescindíveis no seio do cuidar humano.

Esta crónica não pretende ser mais que uma simples contribuição da minha parte para ajudar, se o conseguir, os leitores deste jornal a formar juízos de valor realistas sobre a situação actual da nossa vida colectiva. Nunca me imaginei autor de qualquer publicação escrita em qualquer órgão de informação, mas há sempre uma primeira vez para tudo. Também nunca julguei possível ser alguma vez ser autarca, e já o fui neste Município, condição, de que muito me orgulho.

Em resposta ao comunicado do PS/Marco, datado de 10 de Outubro de 2011, vem a Câmara Municipal do Marco de Canaveses emitir o seguinte esclarecimento:

A Câmara Municipal, através do seu presidente, criou uma situação extremamente desagradável com a instituição Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses.
Antigamente quando não havia água encanada, algumas casas possuíam poços outras iam ao poço comum.

Em resposta ao comunicado do PS/Marco datado de 14.09.2011, vem, a Câmara Municipal do Marco de Canaveses emitir a seguinte resposta:

Fosse o PS Governo em Portugal e já teríamos o PSD do Marco de Canaveses e o presidente da Câmara, em particular, a emitir comunicados, fazer petições e apresentar em reunião de Câmara cartas ao primeiro-ministro com tomadas de posições críticas sobre a actuação do Governo. Porém, neste momento observamos um ruidoso silêncio sobre as medidas que o actual Governo liderado pelo PSD tomou e pretende tomar que afectam directamente a autarquia e os portugueses.
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