Edição de 22 de Novembro de 2013 (N.º 1718)
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06-09-2013 - 16:11

Programação do Constantino Nery

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Dia 6, às 21,30 horas: “A Sagração da Primavera”

Após 36 anos de carreira como intérprete e nove solos por si dirigidos, Olga Roriz lança-se no desafio da revisitação de uma obra maior, “A Sagração da Primavera”, assinalando o centenário da sua criação por Nijinsky/Stravinsky, no Dia Mundial da Dança.

Poucos são, no Mundo, os criadores que se propõem coreografar esta peça; muito menos, ainda, aqueles que a dançam aos 56 anos de idade.

Continuando a transmitir, através do seu próprio corpo, o seu legado coreográfico e artístico, Olga Roriz persiste em construir, desenvolver e partilhar com o público a sua presença gestual e interpretativa ímpar.

Dia 14, às 21,30 horas, “Laço de Sangue”

Dois irmãos, filhos da mesma mãe, um de pele clara e o outro da pele escura, tentam aliviar o tédio de sua existência ao comprar um jornal para que Zach, de pele escura e analfabeto, possa obter uma correspondente.

Ao conseguir uma correspondente de raça branca, numa África do Sul sob o apartheid, cria-se um jogo perigoso, onde os dois irmãos começam a decretar o grande drama da barreira de cor, com todos os medos e ódios, trancado num fato e numa pele diferentes.

No jogo, Fugard não fala apenas do laço de sangue entre os dois irmãos, mas do nó de sangue entre todos os homens – o nó de sangue que foi torcido ou quebrado pela terrível consciência de raça e de casta que tem sido um grande problema que atravessa Séculos.

Athol Fugard é filho de um casal anglo-africânder. Abandona a universidade e decide correr Mundo.

Regressa à África do Sul nos últimos anos da década de 50, tornando-se funcionário judicial. É nesta função que se apercebe das humilhações sofridas pelos negros.

Lança-se então numa produção teatral civicamente empenhada, onde ética, liberdade e igualdade são temas maiores. Participa na acção do renomado grupo teatral Serpent Players, que se apresenta, exclusivamente, diante de plateias negras nos guetos das cidades industriais brancas.

“Laços de Sangue”, de Athol Fugard, é uma encenação de Luís Vicente, M/12, com Co-produção da Companhia de Teatro de Brga/Acta-A da Companhia de Teatro do Algarve.

 

Leia a notícia na íntegra na edição em papel, já nas bancas

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